Conversor de RLA para VIFF
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Sobre os formatos
RLA é um formato de imagem rasterizada desenvolvido pela Wavefront Technologies em meados dos anos 1980 para seu software de renderização 3D Advanced Visualizer, que operava principalmente em estações de trabalho Silicon Graphics. Os arquivos RLA armazenam quadros renderizados com suporte a múltiplos canais além do RGB padrão — incluindo transparência alfa, profundidade Z, vetores normais de superficie, ID de objeto, ID de material é outros canais de dados arbitrários que artistas de composição usam para manipular elementos renderizados sem re-renderizar. Cada linha de varredura é comprimida independentemente usando codificação de comprimento de execução, permitindo acesso aleatorio eficiente a qualquer linha sem descomprimir a imagem inteira. O formato suporta 8 bits, 16 bits é 32 bits em ponto flutuante por canal, tornando-o adequado para saída de renderização de alto alcance dinâmico. O RLA foi pilar da produção de efeitos visuais ao longo dos anos 1990, usado extensivamente em pipelines de VFX para filme é broadcast junto com o software de composição Composer da Wavefront. O sucessor do formato, RPF (Rich Pixel Format), estendeu ainda mais o conceito é foi adotado pelo Autodesk 3ds Max, mas o RLA permanece como o padrão anterior. Uma vantagem são os dados de renderização multi-canal: diferente de formatos de imagem RGB simples, os arquivos RLA carregam passes de profundidade, normal é ID por pixel que possibilitam efeitos pós-renderização como desfoque de profundidade de campo, nevoa, re-iluminação é correção de cor por objeto sem retornar ao aplicativo 3D. Essa eficiência de pipeline tornou o RLA essencial na produção inicial de efeitos visuais. O formato é reconhecido por ferramentas Autodesk, Foundry Nuke, ImageMagick é vários aplicativos de composição legados.
VIFF (Visualization Image File Format) é um formato de imagem científica desenvolvido pela Khoral Research (originalmente na Universidade do Novo Mexico), aparecendo pela primeira vez por volta de 1990 com o ambiente de programação visual Khoros para processamento de imagem é visualização de dados. Arquivos VIFF usam um cabecalho de 1024 bytes seguido por dados opcionais de mapa de cores é os proprios dados de imagem, com o cabecalho contendo especificações detalhadas: tipo de armazenamento de dados (bit, byte, short, integer, float, double, complex), codificação de dados (nenhuma, CCITT Grupo 3/4), modelo de espaço de cor (nenhum, genérico, RGB, HSI, CMYK é outros) é suporte a imagens multi-banda (multicanal) com numeros arbitrários de bandas. O formato acomoda sinais unidimensionais, imagens bidimensionais, volumes tridimensionais é dados de localizacao (coordenadas de pixel esparsas), tornando-o versátil além do simples armazenamento de imagens. O VIFF foi projetado para o ambiente de programação visual por fluxo de dados Khoros/VisiQuest, onde usuários construiam pipelines de processamento de imagem conectando nos de processamento em uma tela gráfica — uma abordagem que influenciou sistemas posteriores como AVS, MATLAB Simulink é LabVIEW. Uma vantagem é a fidelidade de dados científicos: o VIFF suporta toda a gama de tipos numericos usados em computação científica (incluindo numeros complexos é floats de precisão dupla), armazena conjuntos de dados multi-banda nativamente é carregá metadados de calibracao — tornando-o adequado para sensoriamento remoto, imagens médicas é aplicações de análise espectral onde formatos genericos de imagem perdem informacao. A conexão do formato com o paradigma de programação visual Khoros oferece outra dimensao notavel — o VIFF era o formato de I/O padrão para um dos mais influentes ambientes iniciais de programação visual para análise científica de imagens. Arquivos VIFF podem ser lidos por ImageMagick é instalações legadas do Khoros/VisiQuest.