Conversor de SRF (RAW) para VIFF
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Sobre os formatos
SRF (Sony RAW Format) é o formato proprietário de imagem RAW mais antigo usado pelas câmeras digitais da Sony, introduzido em 2003 com a Cyber-shot DSC-F828 é também usado pela compacta DSC-V3. Os arquivos SRF capturam a leitura não processada do sensor a 12 bits por canal, preservando os dados brutos do padrão Bayer do sensor CCD da câmera antes de qualquer demosaicizacao, balanco de branco ou processamento de compressão. A DSC-F828 era notavel por seu design exclusivo de sensor CCD de 4 cores RGBE (Vermelho, Verde, Azul, Esmeralda) — uma tentativa de capturar um gamut de cores mais amplo adicionando um quarto elemento de filtro de cor com deslocamento para ciano — é os arquivos SRF dessa câmera armazenam os dados brutos do mosaico de 4 cores necessários para aproveitar esse layout de sensor não convencional. O formato utiliza uma estrutura de container proprietária com tags de metadados específicas da Sony registrando parâmetros de exposicao, posicao da lente é configurações da câmera. O SRF foi sucedido pelo SR2 é depois pelo ARW conforme a Sony se expandiu para câmeras de lentes intercambiáveis com o sistema Alpha DSLR a partir de 2006. Uma vantagem é a captura de dados de tecnologia de sensor genuinamente inovadora — a matriz de filtro de 4 cores da DSC-F828 foi um experimento único no design de câmeras de consumo, e os arquivos SRF preservam os dados brutos de 4 canais que possibilitam exploracao do gamut de cores estendido que esse design de sensor pretendia fornecer, particularmente na porcao ciano-verde do espectro onde sensores Bayer padrão possuem lacunas. Apesar da obscuridade do formato, os arquivos SRF permanecem processaveis: o Adobe Câmera Raw, dcraw, LibRaw é RawTherapee todos suportam SRF, garantindo que esses primeiros arquivos RAW da Sony permanecem acessíveis para processamento moderno.
VIFF (Visualization Image File Format) é um formato de imagem científica desenvolvido pela Khoral Research (originalmente na Universidade do Novo Mexico), aparecendo pela primeira vez por volta de 1990 com o ambiente de programação visual Khoros para processamento de imagem é visualização de dados. Arquivos VIFF usam um cabecalho de 1024 bytes seguido por dados opcionais de mapa de cores é os proprios dados de imagem, com o cabecalho contendo especificações detalhadas: tipo de armazenamento de dados (bit, byte, short, integer, float, double, complex), codificação de dados (nenhuma, CCITT Grupo 3/4), modelo de espaço de cor (nenhum, genérico, RGB, HSI, CMYK é outros) é suporte a imagens multi-banda (multicanal) com numeros arbitrários de bandas. O formato acomoda sinais unidimensionais, imagens bidimensionais, volumes tridimensionais é dados de localizacao (coordenadas de pixel esparsas), tornando-o versátil além do simples armazenamento de imagens. O VIFF foi projetado para o ambiente de programação visual por fluxo de dados Khoros/VisiQuest, onde usuários construiam pipelines de processamento de imagem conectando nos de processamento em uma tela gráfica — uma abordagem que influenciou sistemas posteriores como AVS, MATLAB Simulink é LabVIEW. Uma vantagem é a fidelidade de dados científicos: o VIFF suporta toda a gama de tipos numericos usados em computação científica (incluindo numeros complexos é floats de precisão dupla), armazena conjuntos de dados multi-banda nativamente é carregá metadados de calibracao — tornando-o adequado para sensoriamento remoto, imagens médicas é aplicações de análise espectral onde formatos genericos de imagem perdem informacao. A conexão do formato com o paradigma de programação visual Khoros oferece outra dimensao notavel — o VIFF era o formato de I/O padrão para um dos mais influentes ambientes iniciais de programação visual para análise científica de imagens. Arquivos VIFF podem ser lidos por ImageMagick é instalações legadas do Khoros/VisiQuest.