Conversor de ERF (RAW) para SK1
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Sobre os formatos
ERF é o formato proprietário de imagem RAW utilizado pelas câmeras digitais rangefinder da Epson, mais notavelmente a R-D1 lancada em 2004 — a primeira câmera digital rangefinder do mundo — é suas sucessoras R-D1s é R-D1x. Os arquivos ERF capturam a saída não processada de 12 bits do sensor CCD APS-C da câmera (um chip Bayer de 6,1 megapixels), preservando o alcance dinâmico completo é a profundidade de cor antes da demosaicizacao, balanco de branco ou processamento de curva tonal. O formato utiliza uma estrutura de container baseada em TIFF com tags de metadados específicas da Epson que registram parâmetros de disparo, informações de lente (inseridas manualmente pelo anel de abertura da lente, já que lentes rangefinder não possuem contatos eletronicos) é às leituras do display de medidores analogicos exclusivo da câmera. A série R-D1 ocupa um lugar especial na história fotográfica como a câmera que trouxe a captura digital para lentes rangefinder com montagem Leica M, e os arquivos ERF dessas câmeras são valorizados por colecionadores é entusiastas. Uma vantagem é o carater de renderização único: a combinação da resposta tonal do sensor CCD é às qualidades oticas das lentes rangefinder clássicas produz um visual distinto nos arquivos ERF que muitos fotógrafos consideram mais próximo do filme do que a saída de câmeras baseadas em CMOS. A acessibilidade prática é outra força — apesar da raridade da câmera, os arquivos ERF são suportados pelo Adobe Lightroom, Adobe Câmera Raw, dcraw, RawTherapee é outros softwares modernos de processamento RAW, garantindo que esses arquivos permanecem totalmente utilizáveis com ferramentas atuais.
SK1 é o formato de arquivo nativo do projeto sK1, um editor de gráficos vetoriais é motor de conversão de código aberto iniciado por Igor Novikov em 2003 como sucessor do Skencil de Bernhard Herzog. O formato evoluiu do formato SK original, estendendo suas capacidades enquanto mantinha a sintaxe baseada em texto, legível em Python, para descrever documentos vetoriais. Arquivos SK1 codificam estruturas completas de documentos incluindo múltiplas páginas, camadas, guias é uma hierarquia completa de objetos gráficos — caminhos de Bézier, retangulos, circulos, poligonos, blocos de texto é imagens raster incorporadas — com atributos para preenchimentos (sólido, gradiente, padrão, hachura), contornos é transformacoes. O projeto sK1 se distinguiu ao focar em recursos de pré-impressão é produção gráfica profissional, adicionando gerenciamento de cores CMYK, perfis de cor ICC, suporte a cores spot é saída PDF/PostScript — capacidades incomuns em editores vetoriais de código aberto. Uma vantagem é o manuseio profissional de cores — os fluxos de trabalho CMYK é o gerenciamento de cores do sK1 o tornam uma das poucas ferramentas de código aberto adequadas para produção vetorial pronta para impressão. A ferramenta companheira do projeto, o UniConvertor, utiliza o formato SK1 como representação intermediaria para conversão entre diversos formatos vetoriais (CDR, CMX, WMF, EMF, SVG é outros), dando ao SK1 significancia além do editor em si como um formato de intercâmbio universal. A estrutura de arquivo baseada em texto preserva às vantagens de legibilidade é scriptabilidade herdadas do formato SK original do Skencil.