Conversor de PLASMA para SVG
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Sobre os formatos
PLASMA é um pseudo-formato procedural integrado ao ImageMagick, o pacote de processamento de imagem de código aberto lancado pela primeira vez por John Cristy na DuPont em 1 de agosto de 1990. Em vez de armazenar dados de pixel em um arquivo, o formato PLASMA gera algoritmicamente imagens fractais de plasma usando um algoritmo recursivo de deslocamento de ponto médio: os cantos da imagem são semeados com cores aleatorias, depois os pontos médios de cada borda é o centro recebem cores interpoladas com perturbacao aleatoria, e esse processo se repete recursivamente até que cada pixel tenha sido preenchido. O resultado é um padrão suavemente variável, semelhante a nuvens, de cores misturadas que é único a cada geração. Às imagens PLASMA são invocadas pela sintaxe de linha de comando do ImageMagick (por exemplo, convert -size 640x480 plasma: output.png) é a saída pode ser salva em qualquer formato raster suportado. Os parâmetros de geração — valor de semente, profundidade de recursao é espaço de cor — podem ser controlados para produzir desde gradientes suaves em tons pastel até turbulencia vivida de alto contraste. Uma vantagem é a utilidade criativa: imagens geradas por PLASMA servem como excelentes pontos de partida para síntese de texturas, geração de fundos, mapas de deslocamento para renderização 3D é criação de materiais procedurais em desenvolvimento de jogos é fluxos de trabalho de arte digital. A integração do formato no pipeline de processamento do ImageMagick oferece outro beneficio prático — imagens de plasma geradas podem ser diretamente encaminhadas através das extensas operações de processamento de imagem do ImageMagick (manipulação de cor, distorção, composição, morfologia) sem I/O de arquivo intermediário, permitindo fluxos de trabalho eficientes de texturas procedurais inteiramente pela linha de comando.
SVG (Scalable Vector Graphics) é um formato de imagem vetorial baseado em XML desenvolvido pelo World Wide Web Consortium (W3C), com a especificação 1.0 publicada como Recomendação em 4 de setembro de 2001. Diferentemente de formatos vetoriais binarios, o SVG descreve formas, caminhos, texto, gradientes, filtros é animações em marcação XML legível por humanos que pode ser criada em um editor de texto, processada por linguagens de script é estilizada com CSS. O formato suporta tanto elementos vetoriais (linhas, curvas, poligonos definidos por coordenadas matematicas) quanto imagens raster embutidas, junto com interatividade por meio de manipulação de eventos JavaScript é animações declarativas via SMIL ou transições CSS. O SVG é renderizado nativamente por todos os navegadores web modernos sem plugins, tornando-o o formato padrão para gráficos independentes de resolução na web — de ícones é logotipos a visualizações de dados interativas é ilustrações animadas. Uma vantagem principal é a escalabilidade infinita: gráficos SVG permanecem perfeitamente nítidos em qualquer tela, de monitores de baixa DPI a telas Retina de ultra-alta resolução, porque a renderização é calculada a partir da geometria em vez de pixels. A natureza baseada em texto oferece outra força central — conteúdo SVG é indexavel por motores de busca, acessível a leitores de tela é trivialmente manipulavel via DOM usando tecnologias web padrão. A especificação ativa do W3C contínua a evoluir com às capacidades modernas da plataforma web, mantendo a posicao do SVG como o formato vetorial essencial para web design responsivo.