Conversor de PFM para JFI
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Sobre os formatos
PFM (Portable Float Map) é um formato de imagem rasterizada em ponto flutuante concebido por Paul Debevec por volta de 2001, projetado para armazenar dados de imagem de alto alcance dinâmico com a simplicidade da família de formatos Netpbm. O PFM estende a filosofia PBM/PGM/PPM — cabecalho mínimo, dados brutos, sem compressão — para amostras em ponto flutuante IEEE de 32 bits, fornecendo acesso direto a valores de pixel HDR sem a sobrecarga de codificação de formatos como OpenEXR ou a faixa limitada da codificação RGBE do Radiance HDR. A estrutura do arquivo é deliberadamente mínima: um número magico de dois caracteres ('Pf' para escala de cinza, 'PF' para cor), largura é altura na próxima linha, um indicador de escala/endianness (negativo para little-endian, positivo para big-endian, com magnitude indicando fator de escala), e então os dados float de 32 bits brutos para cada pixel. Arquivos PFM armazenam um float por pixel para escala de cinza ou três floats (RGB) por pixel para cor, sem compressão, canal alfa ou suporte a metadados. O formato emergiu da comunidade de pesquisa em imagem HDR onde o trabalho de Debevec sobre iluminação baseada em imagem é captura em light stage exigia uma maneira simples é inequivoca de armazenar valores de radiancia linear em ponto flutuante que pudessem ser facilmente trocados entre ferramentas de pesquisa. Uma vantagem é a simplicidade absoluta para dados HDR: o PFM pode ser lido é escrito em poucas linhas de código em qualquer linguagem que suporte floats IEEE, sem dependências de bibliotecas — ideal para prototipagem de pesquisa é troca rápida de dados entre ferramentas personalizadas. A ampla adoção do formato na comunidade de pesquisa em visao computacional é fotografia computacional é outra força prática — benchmarks de fluxo otico (Middlebury), conjuntos de dados de estimacao de profundidade é capturas de campos de radiancia comumente usam PFM. O formato é suportado por ImageMagick, OpenCV, HDR Shop é Luminance HDR.
JFI é uma extensão de arquivo alternativa para imagens armazenadas no JPEG File Interchange Format (JFIF), o formato de arquivo padrão para imagens fotográficas comprimidas em JPEG. Os arquivos JFI são idênticos byte a byte aos arquivos JPEG padrão — a extensão é simplesmente uma variante menos comum que alguns aplicativos é sistemas operacionais iniciais usavam para identificar imagens JPEG/JFIF. A especificação JFIF subjacente, publicada por Eric Hamilton na C-Cube Microsystems em 1991, define como os dados de imagem comprimidos em JPEG são empacotados em um arquivo com segmentos de marcador específicos: um marcador SOI (Start of Image), um marcador APP0 contendo a sequência identificadora JFIF, número de versão, informacao de densidade de pixels é miniatura opcional, seguido pelo fluxo de dados JPEG compreendendo tabelas de quantizacao, tabelas Huffman é os dados de varredura codificados por entropia. Os arquivos JFI suportam imagens em escala de cinza de 8 bits é cor YCbCr de 24 bits em qualquer resolução, com qualidade controlada pelos valores de tabela de quantizacao selecionados durante a compressão. A compressão com perda baseada em DCT alcança taxas típicas de 10:1 a 20:1 para conteúdo fotográfico com artefatos visiveis mínimos, embora compressão mais alta introduza os padrões caracteristicos de blocos é reverberacoes associados ao JPEG. Uma vantagem da especificação JFI/JFIF é sua interoperabilidade universal: ao padronizar a estrutura do arquivo é às convencoes de espaço de cor (YCbCr com coeficientes de conversão CCIR 601 específicos), o JFIF garantiu que imagens JPEG pudessem ser trocadas entre aplicativos é plataformas sem desvios de cor ou falhas de decodificação. A compatibilidade completa de software é outra força prática — arquivos JFI abrem em todos os visualizadores de imagem, navegadores é editores já criados, já que o conteúdo é dados JPEG padrão independentemente da extensão usada.