Conversor de WMZ para TCR
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Sobre os formatos
WMZ é uma variante comprimida do formato Windows Metafile (WMF), introduzida pela Microsoft com o Office 2000 em 1999. Um arquivo WMZ é simplesmente um arquivo WMF comprimido usando o algoritmo gzip (RFC 1952), reduzindo o tamanho do arquivo para armazenamento é incorporação mais eficientes dentro de documentos Office, páginas web é outros containers. O formato WMF subjacente armazena gráficos vetoriais como uma sequência de chamadas de funcao GDI (Graphics Device Interface) — comandos que desenham linhas, curvas, poligonos, texto é bitmaps — gravados em um formato independente de dispositivo que pode ser reproduzido em qualquer resolução. O WMZ preserva essa natureza vetorial: quando descomprimido, o arquivo produz um WMF padrão que renderizá pelo subsistema Windows GDI usando às mesmas primitivas de desenho da exibição em tela, garantindo fidelidade visual em diferentes dispositivos de saída é resoluções. Arquivos WMZ são comumente encontrados incorporados em documentos Microsoft Office (Word, Excel, PowerPoint), mensagens de é-mail HTML geradas pelo Outlook é conteúdo web produzido pelo recurso Salvar como Página Web do Office. O formato também é usado para clip art é gráficos de modelos distribuidos com instalações do Office. Uma vantagem é a eficiência de espaço: a compressão gzip tipicamente reduz os tamanhos de arquivo WMF em 60-80%, significativo quando muitos gráficos pequenos são incorporados em um único documento ou página web. A profunda integração do formato com o ecossistema Microsoft Office é outra força prática — gráficos WMZ renderizam nativamente em todos os aplicativos Office sem software adicional, e podem ser extraídos, descomprimidos é convertidos usando ferramentas como LibreOffice, ImageMagick, Inkscape é utilitários gzip padrão.
TCR (Text Compression for Reader) é um formato de ebook de texto simples comprimido desenvolvido por Barry Childress no início dos anos 1990 para a família de computadores de bolso Psion Séries 3. O formato foi criado para o aplicativo Reader3 de Childress, um visualizador de arquivos de texto que precisava encaixar livros grandes no armazenamento extremamente limitado do Psion — tipicamente 128 KB a 2 MB de memória disponível. O TCR usá um esquema de compressão baseado em dicionario derivado do formato ZVR anterior de Ian Giddings, substituindo sequências de bytes repetidas por tokens de byte único que referenciam um dicionario no cabecalho. Essa abordagem direta alcança taxas de compressão de aproximadamente 40-60% em prosa típica em ingles, exigindo recursos mínimos de CPU para descompressão. O Psion Séries 3 rodava em um processador NEC V30 de 3,84 MHz sem unidade de ponto flutuante, então o baixo custo computacional do TCR era essencial para uma leitura suave página por página. Uma vantagem chave é a notavel eficiência de armazenamento para sua simplicidade — usuários podiam carregar dezenas de romances em cartoes SSD removiveis que comportavam apenas algumas centenas de kilobytes. O formato encontrou uma comunidade de usuários dedicada entre entusiastas do Psion que construiram bibliotecas de literatura comprimida para leitura portátil anos antes de existirem smartphones. Embora a plataforma Psion tenha saido do mercado no início dos anos 2000, arquivos TCR ainda podem ser abertos é convertidos por ferramentas modernas de ebook, e o formato se destaca como um exemplo precoce de tecnologia de leitura móvel construída com propósito específico da era pré-smartphone.