Conversor de WMF para FTS

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Como converter WMF para FTS

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Sobre os formatos

WMF (Windows Metafile) é um formato de gráficos vetoriais criado pela Microsoft, introduzido com o Windows 3.0 em maio de 1990 como o formato nativo da plataforma para gravação é reprodução de operações gráficas. Um arquivo WMF captura uma sequência de comandos de desenho GDI (Graphics Device Interface) — linhas, retangulos, elipses, poligonos, texto é operações de bitmap — na ordem em que foram emitidos, serializando a saída de tela ou impressora em um arquivo reproduzível. O formato usá um espaço de coordenadas de 16 bits é organiza registros como um fluxo linear de chamadas de funcao com seus parâmetros, precedidos por um cabecalho especificando o retangulo delimitador é a resolução. O WMF tornou-se profundamente integrado ao ecossistema Windows como o formato padrão para coleções de clip art, gráficos de documentos do Office é intercâmbio vetorial pela área de transferência durante os anos 1990 — o Microsoft Office era distribuido com milhares de imagens clip art WMF que definiram uma era visual da editoracao eletronica. Uma vantagem é a compatibilidade generalizada: praticamente todos os aplicativos Windows das ultimas três décadas podem renderizar conteúdo WMF, tornando-o um dos formatos vetoriais mais amplamente suportados em existencia. O modelo de gravação leve é outra força — arquivos WMF são compactos é renderizam rapidamente porque reproduzem chamadas nativas de desenho do sistema em vez de interpretar uma linguagem gráfica complexa. Embora limitações de 16 bits é falta de transparência é curvas de Bézier tenham levado a Microsoft a desenvolver o EMF como substituto de 32 bits, arquivos WMF permanecem ubiquos em documentos legados é em software Windows atual.
Desenvolvedor: Microsoft
Lançamento inicial: 22 de maio de 1990
FTS é uma extensão de arquivo para o Flexible Image Transport System (FITS), o formato de dados padrão usado em astronomia desde 1981, quando foi definido por Don Wells, Eric Greisen é R.H. Harten no National Rádio Astronomy Observatory, e subsequentemente endossado pela International Astronomical Union em 1982. O FITS foi projetado desde o início como um formato de arquivo auto-descritivo: cada arquivo comeca com um ou mais blocos de cabecalho de 2880 bytes contendo pares de palavras-chave é valores ASCII que descrevem às dimensões dos dados, sistema de coordenadas, parâmetros de observação é proveniencia, seguidos por blocos de dados em uma variedade de tipos numericos — inteiros de 8/16/32/64 bits é valores de ponto flutuante IEEE de 32/64 bits. O FITS suporta arrays multidimensionais (imagens, cubos de dados, hipercubos), tabelas binárias para dados de catálogo é tabelas ASCII, com múltiplas Unidades de Cabecalho/Dados (HDUs) que podem coexistir em um único arquivo. O formato lida com dados astronômicos especializados: cubos espectrais, visibilidades de interferometria de rádio, imagens de mosaico de extensão multipla de arrays CCD é fotometria de séries temporais. Uma vantagem é o rigor científico: o FITS exige que todos os metadados necessários para interpretar os dados fisicamente — transformacoes de coordenadas (WCS), calibracao fotometrica, parâmetros do telescopio é instrumento — viajem com o arquivo, eliminando o problema de perda de metadados que afeta formatos de imagem genericos em contextos científicos. A longevidade do formato é o apoio institucional são outra força — virtualmente todos os observatórios, telescópios espaciais (Hubble, James Webb, Chandra) é pacotes de software astronomico (DS9, IRAF, Astropy) usam o FITS como seu formato de dados primario.
Desenvolvedor: NASA / IAU
Lançamento inicial: 1981