Conversor de RW2 (RAW) para PAM
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Sobre os formatos
RW2 é o formato proprietário de imagem RAW usado pelas câmeras digitais Panasonic Lumix, introduzido em 2008 com a Lumix DMC-G1 — a primeira câmera mirrorless Micro Four Thirds do mundo — é usado em toda a linha Lumix incluindo a série full-frame S. Os arquivos RW2 capturam a leitura não processada de 12 ou 14 bits do sensor CMOS da câmera em seu padrão de mosaico Bayer nativo, armazenados em um container baseado em TIFF com opções de compressão com é sem perda dependendo do modelo da câmera. O formato registra metadados extensivos através das tags proprietárias MakerNote da Panasonic, incluindo identificacao de lente para oticas nativas é adaptadas, versões de firmware do corpo é da lente, dados de estabilizacao de imagem do sistema Dual I.S. da Panasonic é configurações de Photo Style (Standard, Vivid, Natural, L.Monochrome, Cinelike D/V é outros). Os arquivos RW2 de modelos centrados em vídeo como a série GH também armazenam o contexto de configurações para suas renomadas capacidades de vídeo, embora os arquivos RAW em si sejam capturas de imagem fixa. Às câmeras Panasonic introduziram várias inovacoes — AF por deteccao de contraste, focagem DFD (Depth from Defocus) é Dual Native ISO — é o formato RW2 preserva os dados necessários para aproveitar essas tecnologias durante o pós-processamento. Uma vantagem é a conexão do formato com a inovação em imagem da Panasonic: os arquivos RW2 de câmeras como a GH5 e S1H preservam a saída do sensor de corpos na intersecao entre fotografia é cinema, valorizados por fotógrafos hibridos. O formato é suportado pelo Adobe Lightroom, Capture One, DxO, o conversor RAW baseado em SILKYPIX da Panasonic, dcraw é RawTherapee.
PAM (Portable Arbitrary Map) é um formato de imagem rasterizada adicionado a família Netpbm por volta do ano 2000 por Bryan Henderson, o mantenedor do Netpbm, como uma generalizacao que unifica é estende os formatos originais PBM, PGM e PPM. Enquanto os formatos clássicos do Netpbm lidam cada um com um tipo específico de imagem (PBM para biton, PGM para escala de cinza, PPM para cor), o PAM fornece um único formato que pode representar qualquer combinação de canais, profundidades de bit é tipos de imagem através de um cabecalho ASCII flexível. O cabecalho PAM usá pares de palavra-chave é valor: WIDTH, HEIGHT, DEPTH (número de canais), MAXVAL (valor máximo de amostra, até 65535) é TUPLTYPE (uma string identificando o tipo de imagem — BLACKANDWHITE, GRAYSCALE, RGB, GRAYSCALE_ALPHA, RGB_ALPHA ou tipos personalizados). Após o cabecalho, os dados de pixel são armazenados em binário, com cada amostra ocupando um ou dois bytes dependendo de MAXVAL. A inovação chave do PAM sobre seus predecessores é o suporte nativo a canal alfa: os tupletypes GRAYSCALE_ALPHA (2 canais) é RGB_ALPHA (4 canais) fornecem transparência sem exigir um arquivo de mascara separado, algo que os formatos originais PBM/PGM/PPM não podiam expressar. Uma vantagem é a unificacao de formatos: uma única implementacao de leitura de PAM trata imagens monocromáticas, escala de cinza, cor é com alfa, eliminando a necessidade de analisadores separados para cada variante Netpbm. O mecanismo extensivel TUPLTYPE oferece outra força prática — configurações personalizadas de canais (multiespectral, profundidade + cor ou qualquer arranjo específico de aplicativo) podem ser representadas é rotuladas sem modificar a especificação do formato. O PAM é suportado por ferramentas Netpbm, ImageMagick, GIMP é bibliotecas de programação que processam a família Netpbm.