Conversor de PIX para MAP
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Sobre os formatos
PIX é um formato de imagem rasterizada originalmente desenvolvido pela Alias Research (posteriormente Alias|Wavefront, depois adquirida pela Autodesk) em meados dos anos 1980 para uso com seu software de animação é modelagem 3D executado em estações de trabalho Silicon Graphics. O formato armazena dados de imagem RGB de 24 bits não comprimidos em um layout direto de linha por linha de varredura precedido por um cabecalho mínimo contendo a largura é altura da imagem. O PIX era o formato de saída nativo dos motores de renderização da Alias, usado para armazenar quadros individuais de animações 3D é imagens renderizadas de softwares que eventualmente evoluiriam para o Maya, uma das ferramentas de criação de conteúdo 3D mais influentes na história do entretenimento. O design do formato refletia às prioridades da renderização de produção de alto nível: velocidade bruta para escrever quadros individuais durante renders em lote, fidelidade exata de pixels sem artefatos de compressão é compatibilidade com os framebuffers de hardware usados em suites de composição profissional da época. Uma vantagem do PIX é sua herança em pipeline de renderização — o formato pode ser lido por ferramentas em toda a indústria de VFX é animação, e sequências PIX legadas de producoes da era Alias representam ativos primarios insubstituiveis de obras fundamentais em animação por computador. A simplicidade do formato oferece outro beneficio prático: sem sobrecarga de compressão, complexidade de metadados ou análise de container necessária, os arquivos PIX podem ser lidos é escritos com código mínimo. Arquivos PIX são suportados por ImageMagick, GIMP, XnView é várias ferramentas profissionais de composição.
MAP é um formato de imagem rasterizada interno usado pelo ImageMagick, o pacote de processamento de imagem de código aberto lancado pela primeira vez por John Cristy na DuPont em 1 de agosto de 1990. Arquivos MAP armazenam imagens de cor indexada (mapeadas por cor) na representação nativa do ImageMagick: uma paleta de cores (o mapa) seguida pelos dados de pixel onde cada pixel é um indice nessa paleta em vez de um valor RGB direto. O formato oferece uma representação compacta para imagens com número limitado de cores distintas — cada pixel requer apenas bits suficientes para indexar a paleta (tipicamente 8 bits para até 256 cores), comparado aos 24 ou 32 bits por pixel exigidos por formatos de cor completa. O MAP serve principalmente como formato intermediário dentro do pipeline de processamento do ImageMagick, útil ao realizar operações que se beneficiam de ou requerem representação paletizada: quantizacao de cor (reduzir uma imagem a um número específico de cores), manipulação de paleta, preparação para GIF é análise de cor indexada. O formato é invocado pela sintaxe padrão de I/O do ImageMagick é pode ser encaminhado entre estagios de processamento sem sobrecarga de disco. Uma vantagem é o acesso direto às capacidades de quantizacao é gerenciamento de paleta do ImageMagick: a saída em formato MAP torna a estrutura da paleta explicita é manipulavel, possibilitando fluxos de trabalho onde operações específicas de paleta (reordenacao, remapeamento, mesclagem) precisam ser realizadas entre etapas de processamento. A integração do formato no ecossistema de processamento do ImageMagick é outra força prática — qualquer uma das extensas operações de manipulação de imagem do ImageMagick pode consumir ou produzir dados em formato MAP, tornando-o um intermediário natural para pipelines de redução de cor que visam GIF, PNG com paleta ou outros formatos de cor indexada.