Conversor de MAUD para TTA

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Definições

Define o número de canais de áudio. Essa configuração é muito útil ao reduzir canais (downmix), por exemplo, de 5.1 para estéreo.
Define a taxa de amostragem do áudio. Música com um espectro completo (20 Hz – 20 kHz) requer valores não inferiores a 44.1 kHz para atingir a transparência. Mais informações podem ser encontradas na wiki.
Ajuste o volume do áudio selecionando um número de decibéis. Por exemplo, -10 dB diminui o volume em 10 decibéis.

maud

MAUD é um formato de arquivo de áudio desenvolvido pela MacroSystem para a plataforma Commodore Amiga, introduzido no início dos anos 1990 como parte de suas ferramentas de produção de vídeo é áudio digital. Construído sobre a arquitetura de blocos IFF (Interchange File Format) do Amiga, os arquivos MAUD organizam dados em blocos claramente delineados — MHDR para o cabecalho, MDAT para dados de amostra é blocos opcionais de anotacao para metadados. O formato suporta layouts mono é estéreo com profundidades de bits de 8 ou 16 bits é taxas de amostragem de até 48 kHz, que representavam especificações de grau profissional no hardware Amiga. Tanto PCM linear assinado quanto codificacoes A-law/mu-law estão disponíveis, oferecendo uma escolha entre fidelidade é tamanho de arquivo. O MAUD viu uso primario na comunidade de produção de vídeo do Amiga, onde às placas MacroSystem Retina é VLab Motion demandavam áudio sincronizado que o formato padrão 8SVX não conseguia fornecer. Suporte a conversão existe hoje por meio do SoX é libsndfile, garantindo que producoes vintage do Amiga permaneçam recuperaveis. Três vantagens distintas se destacam: estrutura limpa baseada em IFF que qualquer analisador consciente de blocos pode navegar, capacidade estéreo de 16 bits a frente do áudio tipico do Amiga é sobrecarga leve que deixava máximo poder de CPU para renderização de vídeo.
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tta

TTA (True Áudio) é um codec de compressão de áudio sem perdas em tempo real desenvolvido por Aleksander Djourik, com origens no início dos anos 2000. O formato reconstroi o fluxo PCM original bit a bit na decodificação, garantindo que nenhum detalhe sonico se perca durante o armazenamento ou transferência. O TTA lida com áudio de qualidade de CD padrão, bem como conteúdo de alta resolução com amostras de até 32 bits inteiros, tornando-o adequado tanto para audicao cotidiana quanto para arquivamento profissional. A velocidade de processamento é uma das forcas definidoras do TTA — o codec alcança codificação é decodificação rápidas sem demandas pesadas de CPU, mantendo-o leve mesmo em hardware mais antigo. A estrutura do arquivo suporta tags de metadados ID3v1, ID3v2 e APEv2, para que informações de faixa é arte de álbum viajem com o áudio. Suporte de hardware apareceu em vários players portáteis, dando ao TTA uma vantagem prática sobre alguns formatos lossless concorrentes. A implementacao de referência de código aberto é distribuida sob a GNU GPL, encorajando adoção pela comunidade é integracoes de terceiros. Embora codecs mais recentes como FLAC tenham capturado uma fatia maior do cenário de áudio sem perdas, o TTA contínua servindo usuários que valorizam sua simplicidade é compressão transparente.
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Como converter MAUD para TTA

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Sobre os formatos

MAUD é um formato de arquivo de áudio desenvolvido pela MacroSystem para a plataforma Commodore Amiga, introduzido no início dos anos 1990 como parte de suas ferramentas de produção de vídeo é áudio digital. Construído sobre a arquitetura de blocos IFF (Interchange File Format) do Amiga, os arquivos MAUD organizam dados em blocos claramente delineados — MHDR para o cabecalho, MDAT para dados de amostra é blocos opcionais de anotacao para metadados. O formato suporta layouts mono é estéreo com profundidades de bits de 8 ou 16 bits é taxas de amostragem de até 48 kHz, que representavam especificações de grau profissional no hardware Amiga. Tanto PCM linear assinado quanto codificacoes A-law/mu-law estão disponíveis, oferecendo uma escolha entre fidelidade é tamanho de arquivo. O MAUD viu uso primario na comunidade de produção de vídeo do Amiga, onde às placas MacroSystem Retina é VLab Motion demandavam áudio sincronizado que o formato padrão 8SVX não conseguia fornecer. Suporte a conversão existe hoje por meio do SoX é libsndfile, garantindo que producoes vintage do Amiga permaneçam recuperaveis. Três vantagens distintas se destacam: estrutura limpa baseada em IFF que qualquer analisador consciente de blocos pode navegar, capacidade estéreo de 16 bits a frente do áudio tipico do Amiga é sobrecarga leve que deixava máximo poder de CPU para renderização de vídeo.
Lançamento inicial: 1992
TTA (True Áudio) é um codec de compressão de áudio sem perdas em tempo real desenvolvido por Aleksander Djourik, com origens no início dos anos 2000. O formato reconstroi o fluxo PCM original bit a bit na decodificação, garantindo que nenhum detalhe sonico se perca durante o armazenamento ou transferência. O TTA lida com áudio de qualidade de CD padrão, bem como conteúdo de alta resolução com amostras de até 32 bits inteiros, tornando-o adequado tanto para audicao cotidiana quanto para arquivamento profissional. A velocidade de processamento é uma das forcas definidoras do TTA — o codec alcança codificação é decodificação rápidas sem demandas pesadas de CPU, mantendo-o leve mesmo em hardware mais antigo. A estrutura do arquivo suporta tags de metadados ID3v1, ID3v2 e APEv2, para que informações de faixa é arte de álbum viajem com o áudio. Suporte de hardware apareceu em vários players portáteis, dando ao TTA uma vantagem prática sobre alguns formatos lossless concorrentes. A implementacao de referência de código aberto é distribuida sob a GNU GPL, encorajando adoção pela comunidade é integracoes de terceiros. Embora codecs mais recentes como FLAC tenham capturado uma fatia maior do cenário de áudio sem perdas, o TTA contínua servindo usuários que valorizam sua simplicidade é compressão transparente.
Desenvolvedor: Aleksander Djourik
Lançamento inicial: 2003