Conversor de TAR.LZMA (TLZMA) para TAR
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tar.lzma
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Sobre os formatos
TAR.LZMA é um formato de arquivo composto combinando arquivamento TAR com o método de compressão LZMA (Lempel-Ziv-Markov chain Algorithm) desenvolvido por Igor Pavlov para o projeto 7-Zip por volta de 1998. A camada TAR concatena arquivos com metadados Unix em um único fluxo, e o algoritmo LZMA o comprime usando uma combinação sofisticada de correspondencia de dicionario LZ77 com grandes dicionarios (até 4 GB), modelagem de probabilidade baseada em cadeias de Markov é codificação de faixa. O LZMA foi o predecessor do algoritmo LZMA2 usado nos formatos XZ é 7Z. Às taxas de compressão excedem significativamente o gzip é são comparaveis ao bzip2 enquanto oferecem descompressão substancialmente mais rápida. Uma vantagem é a alta taxa de compressão com extração rápida — o LZMA descomprime a velocidades proximas ao gzip enquanto alcança densidades de compressão proximas ou melhores que o bzip2, tornando-o eficiente para arquivos de distribuição que são comprimidos uma vez é extraídos muitas vezes. O formato é suportado pelo sinalizador --lzma do tar é pelo 7-Zip em todas às plataformas. Embora o TAR.LZMA tenha sido em grande parte sucedido pelo TAR.XZ (que usá LZMA2 em um container mais robusto com verificacoes de integridade), arquivos TAR.LZMA existentes continuam encontrados em distribuições de software é sistemas de backup que adotaram o formato antes que o XZ se tornasse amplamente disponível.
TAR (Tape Archive) é um formato de arquivo Unix originado no Version 7 Unix nos Laboratorios Bell da AT&T em janeiro de 1979, originalmente projetado para gravar backups de arquivos em unidades de fita magnetica. Diferentemente do ZIP ou RAR, o TAR é um formato de arquivamento puro que concatena múltiplos arquivos em um único fluxo sem aplicar compressão — cada arquivo é precedido por um bloco de cabecalho de 512 bytes contendo nome do arquivo, permissões, propriedade, tamanho, hora de modificacao é checksum, seguido pelos dados do arquivo preenchidos até limites de 512 bytes. O formato evoluiu por vários padrões: o formato V7 original, o formato ustar POSIX.1-1988 (estendendo comprimentos de caminho é adicionando suporte para mais tipos de arquivo), e o formato pax POSIX.1-2001 suportando atributos estendidos, caminhos de comprimento arbitrario é grandes tamanhos de arquivo. O TAR é quase sempre pareado com uma ferramenta de compressão — gzip (.tar.gz/.tgz), bzip2 (.tar.bz2/.tbz2), xz (.tar.xz) ou outras — produzindo uma estrutura de duas camadas onde a compressão opera no fluxo inteiro para máxima eficiência. Uma vantagem é a fidelidade excepcional de metadados Unix — o TAR preserva permissões, propriedade, links simbolicos, hard links, arquivos de dispositivo é atributos estendidos com maior precisão que a maioria dos formatos concorrentes. A disponibilidade universal é outra força central: tar é um utilitário obrigatório pelo POSIX presente em todos os sistemas do tipo Unix, e ferramentas no Windows é macOS manipulam arquivos TAR nativamente. O TAR permanece como o formato padrão de distribuição para código-fonte, imagens de sistema de arquivos Linux, camadas de containers é backups de sistema.