Conversor de SFD para MAP
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Sobre os formatos
SFD (SplineFont Database) é o formato de arquivo fonte nativo do FontForge, o editor de fontes livre é de código aberto originalmente criado por George Williams em 2000 sob o nome PfaEdit. O formato armazena um projeto de fonte completo — contornos de glifos (splines cúbicas é quadráticas), larguras de avanco, espacamentos laterais, instruções de hinting, tabelas de kerning é recursos OpenType, registros de nomeacao é metadados — em um único arquivo de texto legível por humanos. Cada glifo é descrito por seu code point Unicode, coordenadas de contorno, compostos de referência é âncoras, tornando todo o design da fonte inspecionável é comparável com ferramentas de texto padrão. O SFD funciona como o formato de trabalho editável durante o desenvolvimento de fontes, a partir do qual fontes finalizadas são compiladas para formatos binarios como OTF, TTF ou WOFF. Uma vantagem principal é a facilidade de controle de versão — como o SFD é texto puro, designers de fontes podem rastrear alteracoes em glifos individuais, mesclar contribuicoes de colaboradores é manter histórico completo de revisoes usando Git ou qualquer outro VCS. A completude do formato é outra força: ele preserva cada dado que o FontForge pode representar, incluindo instruções TrueType, lookups de substituicao contextual é eixos de múltiplos mestres, evitando perda de dados em ida é volta durante a edição. A especificação SFD é publicamente documentada é evoluiu por várias versões. A ampla adoção do FontForge na comunidade de design tipográfico de código aberto significa que o SFD serve como formato fonte para centenas de famílias de fontes livremente licenciadas distribuidas mundialmente.
MAP é um formato de imagem rasterizada interno usado pelo ImageMagick, o pacote de processamento de imagem de código aberto lancado pela primeira vez por John Cristy na DuPont em 1 de agosto de 1990. Arquivos MAP armazenam imagens de cor indexada (mapeadas por cor) na representação nativa do ImageMagick: uma paleta de cores (o mapa) seguida pelos dados de pixel onde cada pixel é um indice nessa paleta em vez de um valor RGB direto. O formato oferece uma representação compacta para imagens com número limitado de cores distintas — cada pixel requer apenas bits suficientes para indexar a paleta (tipicamente 8 bits para até 256 cores), comparado aos 24 ou 32 bits por pixel exigidos por formatos de cor completa. O MAP serve principalmente como formato intermediário dentro do pipeline de processamento do ImageMagick, útil ao realizar operações que se beneficiam de ou requerem representação paletizada: quantizacao de cor (reduzir uma imagem a um número específico de cores), manipulação de paleta, preparação para GIF é análise de cor indexada. O formato é invocado pela sintaxe padrão de I/O do ImageMagick é pode ser encaminhado entre estagios de processamento sem sobrecarga de disco. Uma vantagem é o acesso direto às capacidades de quantizacao é gerenciamento de paleta do ImageMagick: a saída em formato MAP torna a estrutura da paleta explicita é manipulavel, possibilitando fluxos de trabalho onde operações específicas de paleta (reordenacao, remapeamento, mesclagem) precisam ser realizadas entre etapas de processamento. A integração do formato no ecossistema de processamento do ImageMagick é outra força prática — qualquer uma das extensas operações de manipulação de imagem do ImageMagick pode consumir ou produzir dados em formato MAP, tornando-o um intermediário natural para pipelines de redução de cor que visam GIF, PNG com paleta ou outros formatos de cor indexada.