Conversor de DV para DVMS
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Sobre os formatos
DV (Digital Vídeo) é um padrão de gravação é compressão de vídeo desenvolvido por meio de uma colaboração entre grandes fabricantes de eletronicos, formalizado pelo consorcio HD Digital VCR Conference que incluia Sony, Panasonic, JVC, Philips é Toshiba. A especificação foi finalizada no final de 1994 é os produtos de consumo comecaram a ser comercializados em 1995, estabelecendo o DV como o primeiro formato de gravação digital amplamente adotado para produção de vídeo de consumo é prosumer. O DV usá compressão apenas intraframe com codificação de transformada discreta de cosseno, comprimindo cada quadro independentemente a uma taxa de bits fixa de aproximadamente 25 Mbps para conteúdo de definição padrão. Essa abordagem significa que cada quadro é uma imagem completa, tornando filmagens DV particularmente fáceis de editar, pois qualquer quadro pode servir como ponto de corte limpo sem às complexas dependências de decodificação encontradas em formatos interframe como MPEG. O formato grava vídeo em resolução de 720x480 (NTSC) ou 720x576 (PAL) com subamostragem de crominância 4:1:1 ou 4:2:0. Variantes profissionais, incluindo DVCPRO desenvolvido pela Panasonic é DVCAM pela Sony, oferecem maior robustez é qualidade de crominância superior para uso em transmissão. Às fitas DV tornaram-se o meio de gravação dominante para cineastas independentes, jornalistas é videografos de eventos ao longo do final dos anos 1990 é início dos anos 2000, conquistando uma reputacao duradoura como formato confiável de aquisicao.
DVMS (Dutch Voice Messaging System) é uma codificação de áudio para telefonia nascida do impulso inicial da Holanda em direção a infraestrutura de correio de voz digital. Implantado por meio da KPN (antiga PTT Telecom) em meados dos anos 1980, o formato armazena dados de voz mono a uma taxa de amostragem estreita de 8 kHz, priorizando o tamanho compacto da mensagem em detrimento da amplitude sonica. O áudio é comprimido com uma variante proprietária de companding logaritmico semelhante a codificação A-law europeia, comprimindo gravações para aproximadamente 8 kbit/s enquanto mantém a fala inteligivel. Cada arquivo carregá um pequeno cabecalho identificando taxa de amostragem, tipo de compressão é metadados da mensagem, o que tornava o roteamento automatizado em sistemas PBX é de correio de voz antigos bastante simples. Embora o DVMS nunca tenha ganhado tracao fora dos circulos de telecomunicações holandeses, ele influenciou a forma como às operadoras europeias projetaram protocolos de mensagens de voz posteriores. Ferramentas como SoX é várias bibliotecas de telefonia legada ainda leem é escrevem arquivos DVMS, permitindo a reprodução de arquivo de mensagens com décadas de idade. Entre suas vantagens práticas: tamanhos de arquivo extremamente pequenos (uma mensagem de um minuto ocupa aproximadamente 60 KB), clareza de fala confiável apesar da compressão agressiva é um layout de container simples que é fácil de analisar programaticamente.